Animação Turística
Visitas Urbanas

O Vale do Minho, apresenta um posicionamento estratégico excelente entre duas grandes áreas metropolitanas. A localização da região em zona fronteiriça, numa posição intermédia no eixo Porto – Braga – Galiza, significa um mercado potencial de cerca de 7 milhões de pessoas que deve e pode ser explorado, como principal mercado emissor de turistas. O mercado turista nacional, representa a principal fonte de receitas do turismo em espaço rural, e o galego representam o principal mercado emissor estrangeiro.

Todo o território do Vale do Minho apresenta uma notável rede de acessibilidades (autoestradas – A3, A28), que colocam este território num muito curto espaço de tempo nas diferentes áreas metropolitanas anteriormente referidas. Em menos de uma hora é possível que os referidos 7 milhões de pessoas estejam no nosso território, através de excelentes rodovias.

Monção

O concelho de Monção, situa-se na província do Alto Minho, apresentando 211,51 km2 de área e 19 408 habitantes (2009), subdividido em 33 freguesias. O município é limitado a norte pela Espanha, a leste pelo município de Melgaço, a sul por Arcos de Valdevez, a sudoeste por Paredes de Coura e a oeste por Valença. O ponto mais elevado do concelho fica no alto de S. António de Vale dos Poldros, com 1114 metros de altitude, na freguesia de Riba de Mouro.

Monção, é um município rural, cuja principal actividade económica, assenta numa agricultura tradicional de grande qualidade. A agricultura aqui praticada é essencialmente de subsistência, virada para o autoconsumo familiar, as únicas produções agrícolas comercializadas com o exterior, são, na montanha, os produtos provenientes da pecuária extensiva de raças autóctones, no vale, o vinho verde. As explorações agrícolas são de reduzidas dimensões e encontram- se fragmentadas num elevado número de blocos, dispostos em socalcos.

É um território de deslumbrante património, magnificas paisagens e agreste orografia, apresentando um potencial enorme para o desenvolvimento do turismo activo, de natureza, em função da existência de condições naturais excepcionais, pela proximidade ao Parque Nacional da Peneda Gerês, pelo existência de um rio com a dimensão e importância do Rio Minho e dos seus inúmeros afluentes, das Serras, das brandas, de um património único e de uma gastronomia extraordinária.

Melgaço

Melgaço, concelho situado no extremo Noroeste de Portugal, é um território onde se respira qualidade de vida. O seu território divide-se em duas zonas diferentemente encantadoras: a Ribeirinha e a de Montanha, formando um conjunto harmonioso.

Histórica e culturalmente rico, Melgaço representa, de uma forma genuína, a presença humana que atravessa todas as épocas, da pré-história à época contemporânea. Monumentos, pontes, Igrejas, brandas, moinhos, fornos comunitários, eiras, levadas e vários testemunhos arquitectónicos pontuam a paisagem, testemunho do legado histórico e cultural desta região.

Naturalmente encantador, Melgaço possui paisagens soberbas, recantos à espera de ser  descobertos, onde a acção do Homem ainda não conseguiu deixar marcas negativas. A qualidade dos recursos naturais proporciona ao visitante um contacto intimo com a natureza, que pode ocorrer através das inúmeras actividades de animação que vários agentes facultam ou de uma forma mais privada através da experiência pessoal que cada um pode receber num passeio tranquilo pelas distintas paisagens, que tornam singular e autêntica esta pitoresca vila minhota. Toda esta riqueza cultural pode ser testemunhada e desfrutada através da invejável rede de museus e espaços dedicados à cultura que Melgaço possui, sem esquecer a cultura megalítica, presente, sobretudo, em Castro Laboreiro. Gastronomicamente saboroso, Melgaço é, também, um destino obrigatório para apreciadores e especialistas gastronómicos.

Arcos de Valdevez

Arcos de Valdevez conserva todo o encanto característico desta região: paisagem verde, frescura abundante, arquitectura solarenga e um rio que espelha toda a vaidade de uma vila carregada de história: o Vez.

As vantagens naturais de um concelho de surpreendente variedade geográfica, fizeram de Arcos de Valdevez um destino de eleição, que oferece um exemplo de harmonia entre a área natural protegida e a vida quotidiana das gentes que ocupam estas terras. Integrado no complexo montanhoso do Parque Nacional da Peneda Gerês, o concelho dispõe de um diverso e interessante Património Natural, através das múltiplas áreas de regadio e de terrenos férteis proporcionados pelo rio, bem como a existência de amplos anfiteatros naturais, opondo zonas de serra e de planície.

Com a sua vila lendária, com mais de 9 séculos de História, Arcos de Valdevez é detentor de um número infindável de monumentos históricos e etnológicos, que permitem ao visitante uma experiência única. Este vasto e rico panorama constitui o Património Arquitectónico Histórico e Cultural, onde a própria sobriedade dos montes e vales se alia à beleza das mais diversas manifestações artísticas. Castelos, Igrejas, Torres, Pontes, ermidas e vestígios de antigas civilizações, tudo aqui pode ser descoberto. Na vila, um circuito no centro histórico: que inclui algumas das maiores jóias do Barroco Nacional, patentes na Igreja do Espírito Santo, Matriz ou na Lapa, bem como edifícios de interesse arquitectónico. No concelho uma visita obrigatória ao Santuário da Nossa Senhora da Peneda, ao Soajo, a Ermelo mas também às belíssimas paisagens serranas, com contrastantes vales e pequenas aldeias típicas.

Arcos de Valdevez é tradição. A tudo isto acresce uma memória que teima guardar as tradições populares das Festas e Romarias, do Folclore, do Artesanato e de uma Gastronomia considerada um autêntico assombro de paladares acompanhada por capitosos Vinhos Verdes. Arcos de Valdevez oferece todos os encantos das vilas à beira–rio, por toda a parte, a herança de uma antiquíssima memória aliada à preservação de valores tradicionais, à inovação e dinamismo.